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Falando um Pouco de Tudo…

Posts de Agosto 18th, 2008

Honda Civic muda nos EUA.

Publicado por Via Online em Agosto 18, 2008

Sedã ganha novos detalhes visuais na versão norte-americana 2009.
 
 
     A Honda Estados Unidos ainda não revelou detalhes da linha 2009 do Civic, porém, folhetos de divulgação do carro para revendedores já foram confeccionados e indevidamente publicados. Afim de dar novo ar ao modelo mais vendido atualmente no país, o fabricante japonês atualizou, ainda que sutilmente, as partes frontal e traseira do sedã. O início das vendas também é desconhecido, mas certamente deve ser iniciada no próximo mês.
     A grade frontal agora é uma peça cromada, enquanto o pára-choque ganhou entradas de ar mais sinuosas. O novo visual deixou o Civic um tanto parecido com seu irmão maior, o Accord. Atrás, a única novidade é um filete também cromado que adorna a tampa do porta-malas. As versões DX-VP (modelo de luxo) e LX-S (modelo com aspecto esportivo) receberam rodas de alumínio diferenciadas.
     Os motores seguem sem alterações, com o 1.8 litro de 140 cv, que equipa as versões DX, DX-VP, LX, LX-S, EX e EX-L. A versão esportiva SI continua com o mesmo motor 2.0 litro de 197 cv, enquanto a variante híbrida mantém o conjunto propulsor 1.3 litro de 90 cv associado a um

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Fernanda Oliveira e Isabel Swan brilham e conquistam inédita medalha para vela.

Publicado por Via Online em Agosto 18, 2008

 

Dupla brasileira vence regata final da 470 e garante quinto bronze ao Brasil.

     O mergulho nas águas de Qingdao, o barco virado e a emoção no pódio, caracterizada por sorrisos, lágrimas e bandeira do Brasil nas mãos, simbolizaram muito bem a importância do feito de Fernanda Oliveira e Isabel Swan nas Olimpíadas de Pequim. Com ascensão meteórica nas últimas regatas da classe 470, a dupla venceu a última prova, assegurou a terceira colocação geral e recebeu com muito orgulho o bronze.
     A medalha, que em alguns casos é considerada apenas razoável, atribuída a fracassos e até mesmo desprezada, como foi o caso do sueco Ara Abrahamian na luta greco-romana, tem cara de ouro para as brasileiras. Principalmente por ter um caráter inédito, afinal é a primeira vez que uma categoria feminina da vela dá uma conquista dessas ao esporte nacional – os homens têm 14 na história. Esse bronze é comemorado como ouro também porque elas chegaram às Olimpíadas de Pequim longe da lista de favoritas.

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César Cielo é ouro nos 50m livre e faz história na piscina do Cubo d’Água

Publicado por Via Online em Agosto 18, 2008

 

Brasileiro conquista a primeira medalha dourada do país na natação

César Cielo garantiu a primeira medalha de ouro olimpica da história da natação brasileira
César Cielo garantiu a primeira medalha de ouro olímpica da história da natação brasileira

     César Cielo chegou à raia quatro com o peso de um país nas costas. O maiô grudadíssimo no corpo, o nervosismo diluído em tapas. O muito doido Césão ganharia ou perderia em frações. Os outros nadadores, todos, tocaram na água da piscina. Ele não. Estava absolutamente concentrado. – Você pode ganhar por um centésimo. Ou perder por um centésimo – disse Michael Phelps.

     O Brasil é capaz de comemorar décimos lugares, de beijar com ênfase medalhas de bronze. E não é por acaso. Entre o Oiapoque e o Chuí, ouro é minério olímpico escasso. Até ontem eram apenas 17 as medalhas douradas em verde-e-amarelo – desde a primeira, conquistada por Guilherme Paraense no tiro, em 1932. A número 18 estava por vir. Rápido. Muito rápido.
     Foram 34 braçadas. Nenhuma respiração. Nos primeiros metros, Cielo pareceu estar atrás dos franceses Alain Bernard e Amaury Leveaux. No meio da prova, na eternidade daqueles dez segundos iniciais, era impossível dizer quem liderava. Seria Eamon Sullivan, o recordista mundial australiano? Ou o sul-africano Roland Schoeman?
     Aquele mar de potentes braçadas e pernas batendo… misturava espuma e angústia. Nas arquibancadas, CÉSÃO se angustiava. CÉSÃO era, na verdade, uma fila de cinco pessoas formando um acróstico humano e elétrico. O “C”, ou César Cielo pai abraçava o “E”, Flávia, mãe, que balbuciava.
     – Vai, vai…
     O S (Raísa, amiga da família), o à (Matheus, outro amigo) e o O, a irmã Fernanda… se comprimiam. Os últimos metros estavam ali da piscina, logo à frente do CÉSÃO humano. A uns doze metros do fim, Cielo botou um braço na frente. A câmera subaquática captou num ângulo fugaz os dentes dentro de sua imensa boca aberta. Foi como se mostrasse o apetite olímpico do país inteiro.
     Cielo estava realmente na frente. A fração de liderança empurrou o berro de torcedores, locutores, tantas gargantas país afora. Faltavam dois metros, um. Veio a trigésima-quarta braçada. Cielo bateu. Uma fração curtíssima precedeu a confirmação eletrônica. O Brasil era campeão olímpico numa piscina. Pela primeira vez.
     Parecia improvável. Cielo arregalou os olhos dentro dos óculos e olhou para o placar. Viu o número 1 ao lado de seu nome. Vinte e um segundos e trinta centésimos – novo recorde olímpico. Em segundo lugar chegou Leveaux, quinze centésimos atrás (21s45). Em terceiro, Bernard (21s49). O oitavo colocado, o sueco Stefan Nystrand, cravou 21s72, 42 centésimos atrás de Cielo, menos de meio segundo, um piscar de olhos.
 

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