

Publicado por Via Online em Setembro 11, 2008


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Publicado por Via Online em Setembro 10, 2008

Superacelerador passa agora por fase de validação de todos os sistemas. Expectativa é ter 150 dias para colher dados de física no ano que vem.
O LHC começa a manipular e acelerar prótons hoje, mas os resultados científicos relevantes que o mundo espera não virão do dia para a noite. É certo que grandes descobertas terão de esperar, pelo menos, até 2009.
“Você ligar um acelerador desse porte não é como ligar um aparelho na tomada”, explica Sérgio Novaes, físico da Unesp (Universidade Estadual Paulista) envolvido com o projeto internacional coordenado pelo Cern (Organização Européia para a Pesquisa Nuclear), na Suíça.

“Tudo é um processo, que começou 20 anos atrás, no momento em que o LHC começou a ser projetado”, diz o cientista. “Para que se tenha uma idéia, só para resfriar o túnel [por onde passam as partículas] levou dois meses.”
O resfriamento é necessário porque o LHC (Grande Colisor de Hádrons, na sigla inglesa) manipula os prótons por meio de imensos magnetos supercondutores, que exigem temperaturas baixíssimas para operar corretamente.
Grosso modo, o LHC é uma espécie de “rodoanel” para prótons. Um túnel circular de 27 km, localizado sob a fronteira entre a Suíça e a França, ele servirá para acelerar feixes de partículas até 99,99% da velocidade da luz.
Produzindo um feixe de prótons em cada direção, a idéia é colidi-los quando estiverem em máxima velocidade. O impacto é capaz de simular condições próximas às que existiram logo após o Big Bang, gerando um sem-número de partículas elementares.
Nesta quarta-feira, pela primeira vez os cientistas do LHC viram feixes de prótons completando voltas inteiras pelo anel. Mas as primeiras colisões só devem acontecer em no mínimo 60 dias.
“Já devemos conseguir alguma física ao redor de novembro”, diz Harvey Newman, físico do Caltech (Instituto de Tecnologia da Califórnia) envolvido com o LHC. Mas, por alguma física, ele quer dizer a observação de certas partículas — já conhecidas — geradas pelas colisões do novo acelerador.
“Esse processo é muito importante”, conta Novaes, “porque é a partir dele que começamos a usar elementos bem conhecidos da física para entender o desempenho dos novos detectores.”
Como tudo no LHC é novo, os cientistas precisam de tempo para aperfeiçoar suas operações e obter resultados significativos. Espera-se que essa curva de aprendizado comece a se acentuar, em benefício da ciência, a partir de 2009. “Será quando haverá a validação do LHC para altas energias. O planejamento do Cern espera que 2009 tenha 150 dias de tomada de dados de física”, afirma Novaes.
A partir daí que poderão começar as grandes buscas inéditas do novo acelerador, como por exemplo a caça ao famoso bóson de Higgs.
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Publicado por Via Online em Setembro 1, 2008

Segundo parentes motivo teria sido brincadeira por corte de cabelo. Crime ocorreu em Silva Jardim, nas Baixadas Litorâneas.
O jovem Samuel Teles da Conceição, 17 anos, morreu depois de ter sido agredido dentro da sala de aula em Silva Jardim, nas Baixadas Litorâneas do Rio. Segundo familiares, o motivo da agressão teria sido o corte de cabelo da vítima.
“Esses meninos tinham mania de quando a criança cortasse cabelo, tinha uma brincadeira de dar tapinha, dar soco na cabeça. No dia que o meu primo foi cortar o cabelo, eles começaram a dar tapinhas, socos, e ele achou ruim. Então eles pegaram e juntaram mais de dez meninos e começaram a espancar ele dentro da sala de aula”, explicou a prima de Samuel, Patrícia Teles.
O crime ocorreu no dia 22 do mês passado, mas o jovem morreu no último sábado (30). O enterro foi no domingo (31), em um cemitério da região.
A tia do menino, Denaide da Silva, diz que mesmo depois da agressão, ele continuou indo às aulas e não contou logo para os pais porque tinha medo.“Ele foi ameaçado. Os garotos disseram que, se ele contasse, aí é que eles iam espancar ele mesmo”, afirmou a tia.
Segundo a família, quatro dias depois o adolescente foi atendido na Policlínica da cidade, mas o estado de saúde dele piorou, e teve que ser transferido para o Hospital Carlos Chagas, no Rio, onde morreu no último sábado.
Muito abalada, a mãe reclama da falta de segurança dentro da escola. “Todas as crianças têm direito de estudar, mas não de ser espancado pelo filho de ninguém”, desabafou ela.
O caso agora será investigado pela delegacia em Silva Jardim. O inquérito deve ser aberto nesta segunda. A produção do Bom Dia Rio tentou falar com a direção da escola, mas ninguém atendeu às ligações.
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Publicado por Via Online em Agosto 11, 2008

Solitário, ele tentou se aproveitar de buracos em objeto na praça.
Bombeiros de Hong Kong levaram a vítima – e o banco – para hospital.

Foi 'namorar' com o banco da praça e se deu mal...
Que situação constrangedora… Um morador de Hong Kong precisou chamar os bombeiros para se livrar de uma encrenca bizarra.O cidadão, de 41 anos, estava solitário enquanto passeava pelo parque Lan Tian, na madrugada de quarta para quinta-feira (7). Foi quando ele teve a idéia de fazer sexo com um banco de metal instalado no parque.
Ele colocou seu membro em um dos buracos do banco e… acabou entalado.
Em pânico, ele chamou a polícia, que acionou o corpo de bombeiros local. Para retirá-lo, os paramédicos recomendaram que o banco fosse retirado do local.
A vítima precisou ser levada para o hospital ainda com o banco preso ao pênis.
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Publicado por Via Online em Agosto 6, 2008

No dia 6 de Agosto de 1945, ao final da Segunda Guerra Mundial, a cidade japonesa de Hiroshima foi desnecessariamente bombardeada pela força aérea americana. Três dias mais tarde segui-se o bombardeio de Nagasaki. Sua justificação era forçar o rendição do Japão, porém, o que ficou evidenciado era que ambas faziam parte de uma verdadeira demonstração de força do armamento nuclear dos EUA.
As cidades foram escolhida por estarem situadas exatamente entre vales, o que facilitaria a avaliação dos danos causados pela nova tecnologia bélica, a qual nunca até então havia sido usada e nem se sabia quais seriam suas consequências. Soma-se a isso o fato de que essas cidades nunca sofreram ataques durante a Segunda Guerra, ou seja, era pouco vigiadas.
A detonação da Little Boy, como era chamada a bomba que causou a morte de mais de 250 mil pessoas em Hiroshima, foi ouvida até o alcance das cidades vizinhas. Ela destruiu tudo o que encontrava num raio de dois quilômetros e meio, devastando vegetação e estrutura da cidade. Porém, o aporte térmico da bomba teve um alcance ainda maior. A detonação da Fat Man sobre Nagasaki causou tanta destruição quanto em Hiroshima.
Sobreviventes que sofreram fortes queimaduras devidas á propagação do intenso calor, fora da área de explosão, andavam pelas ruas sem saber o que havia acontecido. A radioatividade se espalhou provocando chuvas ácidas, causando a contaminação da região, incluindo lagos, rios, plantações. Os sobreviventes foram atendidos dias depois, o que ocasionou a morte lenta e agonizante de muitos. Até os dias de hoje os descendentes dos habitantes afetados sofrem os efeitos da radioatividade.
Tempos depois a cidade foi sendo reconstruída. Após mais de 60 anos decorridos da tragédia que marcou a história mundial, Hiroshima se transformou numa cidade moderna e desenvolvida, com árvores, prédios, pessoas circulando e carros, como em qualquer outra. Contudo, as lembranças continuam vivas dentro de cada um. Sendo assim foi construído o Memorial da Paz de Hiroshima, uma das atrações mais visitadas no Japão, servindo de apelo à paz e um acervo cultural.
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